O espetáculo musical “Canto para Todos – Cantando Histórias” que está sendo apresentado no teatro Guaporé (anexo do Palácio das Artes), após dar descanso aos seus produtores no dia de ontem, está de volta nesta quinta feira 26, com o show dos Corais “Canto Livre” do MP/RO; “Vozes do Madeira” do TJ/RO e “ONG Moradia e Cidadania” da Caixa Econômica.

Nos dois dias (segunda e terça), que foi apresentado, lotou as dependências do Teatro Guaporé e com certeza, na noite de hoje, vai lotar mais uma vez. A entrada é um quilo de alimento não perecível (por pessoa). O show está marcado para começar as 19 horas.

O repertório é recheado de músicas que de uma maneira ou de outra retratam a história de Rondônia em especial a de Porto Velho. Uma das músicas é “Madeira Mamoré” (Você precisa ver, para saber como é, que andava o trem da Madeira Mamoré…). Só um detalhe, a música ainda não é de domínio público, seu autor é o músico/poeta JOSÉ CÂNDIDO. Quem inventou esse negócio de dizer que a música, é de domínio público, foi o Bado quando resolveu colocá-la como uma das faixas do seu CD.

Essa música foi sucesso com os Três do Nordeste na década de 1960, no auge do garimpo de cassiterita em Rondônia. Outra música que também faz parte do espetáculo é “Porto Velho Bom Lugar” (Quem quiser viver bem vá pra lá, conhecer Porto Velho, ver que bom lugar…) gravada pelo Trio Nordestino na mesma época da “Madeira Mamoré”. Nem que a vaca tussa, a música “Madeira Mamoré” não consegue ser de domínio público, pois, foi composta nos anos de 1960. Para uma canção ser classificada como de domínio público, tem que ter sido composta ha pelo menos setenta anos, (uns dizem que é cinquenta), assim mesmo após a morte do seu autor.

Independente de quem é o autor dessa ou daquela música, o espetáculo musical Canto para Todos é dos melhores. Vamos lá prestigiar esse trabalho da maestrina Sabrine Sena.

Outra programação boa, só que no final de semana, será a realização pela Semes da Ivonete, do Festival de Praia de Jaci Paraná. O evento terá vasta programação com apresentação de Djs, bandas, recreações e disputas de vólei e futevôlei.

A festa em Jaci Paraná começa sábado as 10 horas da manhã e termina domingo as 18 horas. A Semdestur do Júlio Siqueira também está nessa parada. Tão falando que o Evandro vai pagar todas em Jaci! Será?

Amanhã acontece mais uma roda de samba no Mercado Cultural. Será a última produzida pelo Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba. Então vamos prestigiar a festa do samba comandada pelo “Velho” Ernesto no Mercado Cultural, amanhã.

Quando falamos em última do Ernesto Melo e a Fina Flor, é porque a partir do dia 3 de novembro, o Beto Cézar entra na parada junto com Ernesto Melo e os dois, além de se apresentarem cantando samba, receberão convidados especiais. O primeiro convidado para o samba do dia 3, será o Júnior de Manaus.

Antes que a nova Fina Flor do Samba entre no ar, vamos prestigiar a moçada, que amanhã (27), estará no palco do Mercado Cultural com o Ernesto Melo mostrando o melhor do samba de Porto Velho.

No próximo ano, ou seja, em 2018, se Deus quiser Porto Velho estará participando do THE VOICE BRASIL. Desta feita, o candidato, é nada mais, nada menos que Silvinho Santos. Pelo menos a inscrição dele já foi confirmada.

Desde já estamos na torcida pelo sucesso do Silvinho Santos. Quem sabe ele repete o feito da Banda Versalhes!

Agora vou me aprontar para curtir o espetáculo musical “Canto para Todos – Cantando a História” no teatro Guaporé. Vamos nessa que a programação é ótima.

Café regional servido na abertura de exposição

O hall da biblioteca Francisco Meirelles na manhã de ontem (25), recebeu dezenas de pessoas durante café da manhã oferecido durante a abertura da exposição “Parque das Artes”, com obras dos artistas Rita Queiroz, Geraldo Cruz, Franciney Vasconcelos, Dimitri e João Zoghobi. O diretor da casa escritor Célio Leandro da Silva disse que o hall da biblioteca Francisco Meirelles foi idealizado para funcionar como se fosse uma galeria de artes. “Hoje nos sentimos honrados em receber essa exposição com obras desses renomados artistas de nossa cidade”.

João Zoghbi falando pelos colegas lembrou que “há 40 anos essa galera aqui (apontando pra Rita e Geraldo Cruz) está sempre buscando espaço para mostrar seus trabalhos, antes fazíamos exposição nas praças Jonathas Pedrosa, Madeira Mamoré etc. Nós artistas, precisamos de espaços para mostrar nossas obras. Pessoas como o Célio diretor da Biblioteca Francisco Meirelles merecem todo nosso respeito”. disse João Zoghbi. Geraldo Cruz fez a seguinte declaração: “A biblioteca era um namoro antigo, tanto que assumimos perante o diretor Célio que em contra partida, iremos pintar o mural nas paredes dessa casa”, disse Geraldo Cruz. Enquanto Rita Queiroz lembrou que foi a responsável há aproximadamente 40 anos, pelo lançamento “Desses meninos como artistas plástico”.

Após os discursos os presentes foram convidados a degustar o delicioso café regional oferecido pela direção da biblioteca Francisco Meirelles.

Problema no Museu da Memória

No final da semana passada a artista plástica Rita Queiroz postou na sua página do face book que suas obras haviam sido vilipendiadas ao serem jogadas no chão no Museu da Memória Rondoniense.

Durante a abertura da exposição Parte das Artes na manhã de ontem (25) na biblioteca Francisco Meirelles procuramos saber da artistas detalhes sobre o ocorrido. Vejam o que disse Rita Queiroz:

“Está faltando muito para o Museu da Memória Rondoniense ser considerado um Museu de verdade. As pessoas que estão lá são pessoas maravilhosas, a menina (Ednair) é muito inteligente o que está faltando é saber o que é de fato um Museu” disse Rita prosseguindo: “Hoje as pessoas chegam la e fazem o que querem. Agora mesmo chegou um pessoal da UNIR e tirou uma placa que identificava a exposição do meu trabalho, botaram no chão e quando vi, estava no meio dos cavaletes, isso é falta de educação e desvalorização. Como é que a pessoa chega num museu e vai tirando as placas de identificação das obras?” questiona Rita Queiroz. Rita fez questão em dizer que, “to dando entrada num documento informando o superintendente da Sejucel e a Casa Civil o que está acontecendo no Museu da Memória e sugerindo que eles criem o Regulamento do Museu” finalizou.

FALA

No Rio, ministro defende liberdade de expressão artística

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, reiterou sua disposição em defender a liberdade de expressão artística durante encontro promovido pela Associação dos Produtores de Teatro na manhã desta terça-feira (24), no Theatro Net, no Rio de Janeiro. O debate, mediado pelo produtor Eduardo Barata, contou com a participação ainda de Amir Haddad, Daniela Name, Ivanir dos Santos, Leonel Kaz e Raul Mourão.

Em sua primeira fala, o ministro desmentiu as afirmações publicadas na Coluna Gente Boa, do Jornal O Globo, sobre a suposta inclusão de um artigo na Lei Rouanet que impediria o apoio a peças teatrais que tivessem crimes hediondos em seus textos. “Seguindo esse critério, todas as montagens de William Shakespeare seriam inviabilizadas. Isso não existe. Essa mudança no artigo da Rouanet nunca existiu e, enquanto eu for ministro, nunca existirá”, enfatizou.

De acordo com o ministro, esse equívoco remete a outro já amplamente difundido pelos meios de comunicação de que o Ministério da Cultura (MinC) teria alterado a redação do artigo 27 da Lei Rouanet, de maneira a vetar propostas que “vilipendiem a fé religiosa, promovam a sexualização precoce de crianças e adolescentes ou façam apologia a crimes ou atividades criminosas”. “O texto do suposto artigo 27 divulgado é, em sua integralidade, uma das sugestões que nós recebemos da frente parlamentar cristã durante uma reunião realizada no MinC. As instruções normativas da Lei Rouanet estão sendo revistas, mas em nenhum momento dissemos que essas sugestões seriam acatadas. Muito pelo contrário, o que eu disse para eles e, isso foi registrado em vídeo, é que iríamos analisar todas as sugestões enviadas ao Ministério”, esclareceu.

Sá Leitão explicou ainda que qualquer possibilidade de restrição relacionada ao conteúdo das obras está afastada pois seria contraditório com a própria lei. “Quem me conhece sabe que jamais defendi qualquer censura ou dirigismo em minha atuação”, complementou.

O ministro chamou atenção para os riscos de regulamentar mecanismos como Lei Rouanet por meio de ações infralegais. “A Lei Rouanet tem 40 artigos e a Instrução Normativa publicada este ano teve 140 artigos. Só pela questão quantitativa deu para perceber que houve uma extrapolação. Em 16 anos, a Agência Nacional do Cinema (Ancine), que tem três leis, publicou 135 Instruções Normativas. É preciso resistir à tentação de legislar por normatização infralegal”, ponderou.

Diálogo aberto

Para o ministro, muitas das críticas à Lei Rouanet são feitas por falta de informação. “As pessoas não sabem e mesmo assim criticam e fazem afirmações categóricas”, lamentou. Sá Leitão lembrou que recebeu críticas por ter mantido amplo diálogo com todos os setores da sociedade. “Eu percebi que o MinC foi, ao longo dos anos, se isolando do governo, do Congresso Nacional, da classe artística. Tentei reverter esse cenário logo que assumi a pasta. Precisamos ter um diálogo com todos os Poderes. Devo ter recebido, ao longo de três meses, cerca de 150 parlamentares. Me pareceu algo bastante lógico estabelecer uma conexão, que já nos permite trazer uma racionalidade ao debate”, destacou, (Assessoria de Comunicação – Ministério da Cultura)

 

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